Perseguição aos Agentes da Polícia Federal
Todos sabem que há uma disputa interna na Polícia Federal entre delegados e agentes federais. Infelizmente, para enfraquecer o movimento e a união dos verdadeiros agentes federais, a reputação e o nome do policial Flávio Werneck foram usados para canalizar essa rivalidade. Os acontecimentos a seguir evidenciam esses fatos.
Entenda os fatos
- MAR 2016
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3 de março
Ligação do repórter da Veja
Repórter liga para o celular pessoal de Flávio Werneck (Presidente do Sindipol-DF). Flávio estava em trânsito e pede para o repórter entrar em contato com o Sindipol e marcar uma reunião por meio de sua secretária para os dias seguintes.
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4 de março
Revista publica acusação falsa
Mesmo sem a realização da reunião com Flávio Werneck a Veja publica matéria em seu site intitulada “Planalto recebeu dossiê fajuto para atingir Sérgio Moro”. Tal matéria acusa Werneck de ter levado tal documento ao então ministro Jaques Wagner. Em 9 de março, a mesma reportagem é publicada na edição impressa da revista: 2.468, ano 49, nº 10, com o nome “Operação Aloprada”.
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9 de março
O próprio Werneck pede para ser investigado
Diante das denúncias feitas pela revista Veja, Flávio Weneck faz questão de protocolar pedido para que o Departamento de Policia Federal investigue os fatos. Além disso, se coloca à disposição da Justiça para esclarecimentos. Em 17 de março, a petição foi protocolada na PF e na Procuradoria da República.
- MAI 2016
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27 de maio
MPF recebe o caso para apreciação
O Ministério Público Federal recebe o caso para análise e começa a tratar o inquérito policial, dentro do trâmite legal, analisando as provas, pedindo esclarecimentos e fazendo as recomendações pertinentes.
- AGO 2016
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25 de junho
Polícia Federal abre PAD de forma arbitrária
Um processo administrativo é aberto via Corregedoria de forma arbitrária. Werneck sequer é notificado sobre o início das investigações no âmbito da Polícia Federal. Na ocasião, ele é testemunha de outro PAD. Mesmo comparecendo às audiências, Werneck não é informado sobre o início do procedimento envolvendo o seu nome.
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19 de agosto
MPF pede o arquivamento da investigação
O Ministério Público Federal (MPF) pede o arquivamento do processo por inexistência de crime e “ausência de justa causa, sem prejuízo no disposto no artigo 18 do Código de Processo Penal e na Súmula 524 do Supremo Tribunal Federal (STF), visto não vislumbrar a ocorrência de ilícito penal cogitado na espécie”.
- SET 2016
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1 de setembro
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1 de setembro
Clara perseguição contra os policiais federais
Mesmo com a determinação judicial pelo arquivamento do processo, o PAD continua. Trata-se do mesmo processo aberto de forma arbitrária, com claro objetivo de perseguir e intimidar os verdadeiros policiais federais.




